Crônicas de um pai: thumbs up
Agora é assim, o quibe abriu a refeição de Lulu. Ganhamos o primeiro thumps up da noite, depois disso, o espaguete rendeu-nos o segundo. Não estou certo de como tudo começou, mas estamos nos divertindo. Ela traz os polegares bem junto ao rosto e sorri.
terça-feira, 9 de outubro de 2018
Crônicas de um pai: thumbs up
Crônicas de um pai: mudanças
Crônicas de um pai: mudanças
O apetite cresceu e mudou. Afinal não é possível esperar que aos dois Lulu banqueteie-se tal como fazia seis meses atrás. Ainda é boa de garfo, mas agora alterna boas refeições e outras sofríveis. O problema são os pratos cozidos, há dias em que diz não frango e ao arroz, no entanto, frutas e legumes a salvam. Fico a imaginar aquela pequenina e as mudanças todas que enfrenta. Outro dia mal andava e agora caminha pulando. Não é fácil crescer, não é fácil ouvir as sinapses estalando estrelas e fogos.
O apetite cresceu e mudou. Afinal não é possível esperar que aos dois Lulu banqueteie-se tal como fazia seis meses atrás. Ainda é boa de garfo, mas agora alterna boas refeições e outras sofríveis. O problema são os pratos cozidos, há dias em que diz não frango e ao arroz, no entanto, frutas e legumes a salvam. Fico a imaginar aquela pequenina e as mudanças todas que enfrenta. Outro dia mal andava e agora caminha pulando. Não é fácil crescer, não é fácil ouvir as sinapses estalando estrelas e fogos.
Crônicas de um pai: o jacaré
Crônicas de um pai: o jacaré
A paixão da vez são as canções que trazem jacarés. Galinhas e corujas, cães e sapos estão fora do jogo. E lá vamos nós procurar as canções, saltamos páginas e no caminho bloqueamos alguns entulhos. Descoberta a canção do jacaré que come o dedão do pé a farra está feita. Ela ri satisfeita e feliz. (Eu rio feliz com a alegria dela.)
A paixão da vez são as canções que trazem jacarés. Galinhas e corujas, cães e sapos estão fora do jogo. E lá vamos nós procurar as canções, saltamos páginas e no caminho bloqueamos alguns entulhos. Descoberta a canção do jacaré que come o dedão do pé a farra está feita. Ela ri satisfeita e feliz. (Eu rio feliz com a alegria dela.)
sábado, 6 de outubro de 2018
Crônicas de um pai: receita certa, as panquecas da mãe
Crônicas de um pai: receita certa, as panquecas da mãe
Os últimos dias foram exaustivos, afinal criar cardápios não é tarefa simples. Lulu sempre foi boa de garfo, comia de tudo e pedia mais. Cremos que o resfriado que persiste a deixa incomodada a ponto de alterar o seu apetite. O jantar de ontem foi uma dessas ocasiões nas quais tentamos e tropeçamos. Do prato inicial, Lulu não deu a mínima ao seu amado brócolis que ficou perdido no meio do prato. Voltou-se para o ovo cozido que devorou. No entanto, o sucesso que habilitou, uma vez mais, a cozinha foi a receita de panquecas de carne moída de Dona Vany. Ufa!!! Pobre Vany, dormiu a pensar na mistura de hoje..
Os últimos dias foram exaustivos, afinal criar cardápios não é tarefa simples. Lulu sempre foi boa de garfo, comia de tudo e pedia mais. Cremos que o resfriado que persiste a deixa incomodada a ponto de alterar o seu apetite. O jantar de ontem foi uma dessas ocasiões nas quais tentamos e tropeçamos. Do prato inicial, Lulu não deu a mínima ao seu amado brócolis que ficou perdido no meio do prato. Voltou-se para o ovo cozido que devorou. No entanto, o sucesso que habilitou, uma vez mais, a cozinha foi a receita de panquecas de carne moída de Dona Vany. Ufa!!! Pobre Vany, dormiu a pensar na mistura de hoje..
Crônicas de um pai: quase dois
Crônicas de um pai: quase dois
Em breve serão dois anos, dois anos em sua companhia, dois anos de aventuras luluzianas, dois anos nos quais eu e Vany aprendemos e, agora sei, nos tornamos ainda mais próximos, mais amantes, afinal, criamos a nossa pequena grande família.
Em breve serão dois anos, dois anos em sua companhia, dois anos de aventuras luluzianas, dois anos nos quais eu e Vany aprendemos e, agora sei, nos tornamos ainda mais próximos, mais amantes, afinal, criamos a nossa pequena grande família.
Crônicas de um pai: areia e aveia, em casa
Crônicas de um pai: areia e aveia, em casa
Refeita das reinações em seu tanque de areia, alimentada e banho tomado é hora de dormir. Descansa e de tão fatigada sequer vira de lado, dorme sono profundo e distante agarrada à ovelha fiel. Ao acordar Lulu é manhosa. Ronrona ao sentar-se na casa, pede colo, solicita mais do travesseiro e da cama. Levantar-se é processo lento e preguiçoso. Calçada e no chão, há muito a fazer, percebe os rumores da cozinha e caminha aos pulos para saber o acontece em sua casa. Dona Vany prepara um bolo de aveia. Lulu fica confusa com as palavras, tão parecidas e diferentes. Digo-lhe que pode comer, que deve experimentar a textura da aveia. De forma lenta a pequena mão acaricia e experimenta a aveia. Empolga-se e sorri para as suas reinações.
Refeita das reinações em seu tanque de areia, alimentada e banho tomado é hora de dormir. Descansa e de tão fatigada sequer vira de lado, dorme sono profundo e distante agarrada à ovelha fiel. Ao acordar Lulu é manhosa. Ronrona ao sentar-se na casa, pede colo, solicita mais do travesseiro e da cama. Levantar-se é processo lento e preguiçoso. Calçada e no chão, há muito a fazer, percebe os rumores da cozinha e caminha aos pulos para saber o acontece em sua casa. Dona Vany prepara um bolo de aveia. Lulu fica confusa com as palavras, tão parecidas e diferentes. Digo-lhe que pode comer, que deve experimentar a textura da aveia. De forma lenta a pequena mão acaricia e experimenta a aveia. Empolga-se e sorri para as suas reinações.
Crônicas de um pai: areia e aveia
Crônicas de um pai: areia e aveia
Já houve tempo em que Maria caminhava pelas nossas mãos até o gramado do parque. Ela gostava de sentir os pés descalços roçando a grama úmida do sereno da manhã. Sentava-se no chão e procurava 'fozinhas' (florzinhas). Criava pratos imaginárias e fartava-se de tanto comer e dar de comer aos pais. Agora, tudo mudou. Na última vez em que chegou ao parque havia em seus gestos uma terna resistência. Quando se percebeu descalça começou a caminhar para sair do parque e buscar o tanque de areia. Não houve conversa, queria 'binca nareia'. Não havia choro de manha, apenas a expressão de uma vontade, a necessidade de correr na areia e criar as suas construções (criar e desmanchar). Eu e Vany mudamos os planos, deixamos a grama e fomos para a areia. Fomos felizes, nossa menina-quase mocinha de forma espontânea nos contava do que precisava.
ps. francamente, por que não percebemos antes? afinal, quando dirigíamos até o parque nossa Lulu de sua janela favorita reconheceu a paisagem dos caminhos que levam ao parque e gritou 'binca nareia'.
Já houve tempo em que Maria caminhava pelas nossas mãos até o gramado do parque. Ela gostava de sentir os pés descalços roçando a grama úmida do sereno da manhã. Sentava-se no chão e procurava 'fozinhas' (florzinhas). Criava pratos imaginárias e fartava-se de tanto comer e dar de comer aos pais. Agora, tudo mudou. Na última vez em que chegou ao parque havia em seus gestos uma terna resistência. Quando se percebeu descalça começou a caminhar para sair do parque e buscar o tanque de areia. Não houve conversa, queria 'binca nareia'. Não havia choro de manha, apenas a expressão de uma vontade, a necessidade de correr na areia e criar as suas construções (criar e desmanchar). Eu e Vany mudamos os planos, deixamos a grama e fomos para a areia. Fomos felizes, nossa menina-quase mocinha de forma espontânea nos contava do que precisava.
ps. francamente, por que não percebemos antes? afinal, quando dirigíamos até o parque nossa Lulu de sua janela favorita reconheceu a paisagem dos caminhos que levam ao parque e gritou 'binca nareia'.
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